quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

ENVELHECER COM QUALIDADE

Em 2025 o Brasil será o sexto país do mundo com maior número de idosos.
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), são considerados idosos as pessoas com mais de 60 anos. O Brasil passará de 14 milhões e 100 mil para 33 milhões e 400 mil idosos.
Os fatores responsáveis pelo envelhecimento de um país são a baixa taxa de fertilidade (pelo baixo número de filhos dos casais modernos) e aumento da longevidade (maior descoberta de doenças, seus devidos tratamentos e melhora na qualidade de vida ).
É um mito dizermos que para termos um envelhecimento saudável, devemos ter uma não incidência de doenças, já que o idoso na maioria das vezes, pelo desgaste do próprio tempo de vida, poderá ter doenças como diabetes, hipertensão entre outros.
O caminho é desenvolvermos um envelhecimento ativo, onde a autonomia e a independência estarão presentes em nossa participação nas questões sociais, econômicas, culturais, espirituais e civis.
A adoção de estilos de vida mais saudáveis colaboram com um envelhecer ativo, alimentação, sono saudáveis, atividade física e etc.
É importante sabermos que ao envelhecemos, devemos diminuir as atividades aeróbicas e aumentarmos as de força.
Atividades estas que poderão ser caminhadas, musculação, natação. Além de dança, a yoga, o pilates etc., dentro do possível, atividades que nos proporcionem prazer, para nos mantermos motivados para sua continuidade.
Um estudo recente realizado na Harvard Medical School sobre envelhecimento, nos trouxe como contribuição à idéia de que, além da alimentação e atividade física, o emocional nos revela um grande aliado para longevidade saudável.
Neste estudo os indivíduos foram divididos em dois grupos:
Os felizes e sem doença e os tristes e com doenças.
Os mecanismos de enfrentamento que mais diferenciaram os “felizes” dos “não felizes” são: sublimação, bom humor, altruísmo e saber esquecer e adiar.
O desapego, a criatividade, e o perdão também podem ajudar muito.
Sabemos hoje que o envelhecimento é influenciado 30% por fatores genéticos, 20% por fatores ambientais e os outros 50% por nossas escolhas.
A soma que faz a diferença:
Sublimação
Bom Humor
Altruísmo
Saber esquecer e adiar
Perdoar
Desapego
Alimentação Saudável
Diminuir pode Ajudar:
Vícios em geral (Tabagismo, álcool etc...)
Sedentarismo
Egoísmo
Apego
Há um provérbio chinês que diz:

“A juventude não é uma época da vida, é um estado de espírito. “

A partir desta reflexão, faça você mesmo sua escolha, veja por qual caminho deseja seguir.
silvia Ligabue
11 2865-4844 e 51824544
www.grupopsicon.com.br

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

A HORA É AGORA.........

Buscamos a todo momento o amanhã. Talvez porque temos a necessidade de controlar sempre tudo, acreditando assim, que teremos uma vida melhor.
Estamos sempre somando anos à nossa vida e nunca vida aos nossos anos, sempre correndo e sentindo pouco cada momento vivido.
Sofremos por suposições e hipóteses que levantamos muitas vezes por nos apegarmos aos nossos medos e inseguranças.
Damos muita importância a grandes acontecimentos e pouca atenção aos pequenos, mas esquecemos que os grandes muitas vezes advêm da soma dos menores.
Desgostamos de uma pessoa por uma colocação que a mesma tenha feito e que não nos tenha agradado. Aprendemos assim a generalizar, vendo apenas o todo, as partes não importam, pois estamos com muita pressa de seguirmos adiante.
Hoje o que mais se escuta é: “ Eu não tenho tempo...”
Para que tanta pressa? para ter mais tempo? Mais tempo para que? Para nos afinizar com as informações virtuais, com a velocidade da bolsa de valores, com o cansaço provocado pela avalanche de informações que chegam via jornais, revistas, rádio, TV...
E nosso corpo será que nos acompanha? Por causa desta aceleração, desenvolvemos doenças ou sintomas como: Depressão, taquicardia, apnéia, insônia, ansiedade, síndrome do pânico... Todas estas decorrentes do estresse excessivo do dia a dia.
O estresse emocional e social, decorrentes de ameaças aos nossos egos, a nossa auto–importância, que também não devem ser esquecidos.
Se pararmos para viver cada minuto sem deixar nossa mente viajar, recebemos este momento como um presente e nos doamos por inteiro, assim estabelecemos uma troca, onde vivo o agora e não passo apenas por ele.
Estamos sempre correndo, mas nem sabemos de fato para onde e como queremos ir.
Já nos dizia Dalai Lama “Só existem dois dias do ano sobre os quais nada pode ser feito. Um deles se chama ontem e o outro amanhã. Portanto hoje é o dia certo para você amar, sonhar, ousar, produzir e acima de tudo, acreditar..."
Talvez possamos começar nos dando apenas alguns minutos do nosso dia de presente. Pois o presente como o nome já diz é um presente.
Só vivendo o hoje com qualidade, construiremos o amanhã com o mesmo valor.
Silvia Ligabue
Psicóloga e Consultora em Programas de Qualidade de Vida para Empresas
Tel. 51824544
ligabue@grupopsicon.com.br

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Relacionar-se só para ser feliz

Criamos expectativas sobre quem escolhemos amar.Escolha esta em sua maioria, seguida de muitas frustrações, pois esperamos sempre algo de alguém.Você já percebeu que as pessoas que você se relaciona possuem o mesmo perfil? Já notou ainda que enquanto não adquirimos um determinado aprendizado, os relacionamentos e os companheiros se repetem?Em muitos momentos preferimos acreditar que a sorte nos falta, pois fica mais fácil, do que olharmos dentro de nós e acreditarmos que não é mais possível viver sempre da mesma forma.Somos responsáveis por nossas escolhas, inclusive no relacionamento que queremos ter, não adianta dizer que a vida é a responsável, pois assim nunca mudaremos nosso caminho.Ser autor de nossas vidas nos traz grande satisfação e a certeza que poderemos buscar nossa felicidade a qualquer momento.Optar por sermos vitímas, pode ser uma outra escolha e um grande atraso também. Pois a vitima é alguém que nunca dá certo, joga sempre a responsabilidade do seu fracasso no externo.Diante disto esperar além do que o outro pode oferecer e culpá-lo por aquilo que ele não pode dar, é no mínimo uma atitude covarde e egoísta. Pois temos que nos suprir e não buscar no outro o que não ofereço a mim mesmo.Em contra partida se não esperamos nada da pessoa que nos relacionamos e aceitamos que nada é eterno, como dizia o poeta “Que seja eterno enquanto dure”... Se aprendermos ainda a respeitar o tempo dos relacionamentos, sairemos deles muito mais estruturados e confiantes, pois podemos acreditar em sermos felizes a dois, podemos ainda crer que um rompimento não precisa ser sempre dramático. Que as pessoas são livres para ir e vir, pois nascemos sozinhos e partiremos assim também. Talvez nos falte agradecer às pessoas que passam por nossas vidas, pois foram elas os instrumentos que nos ajudaram a crescer.Com isto podemos pensar que quanto mais vivermos uma relação de aceitação, agradecimento, desapego e respeito ao outro, mais felizes nos tornaremos. E o fim, quando necessário, é apenas um término de um ciclo, para o recomeço de um novo.E assim partiremos aliviados, sabendo que nos relacionamos para aprendermos e acima de tudo para sermos felizes. E quando este sentimento deixar de existir é hora de irmos embora, com certeza, com uma maior bagagem.Talvez a hora de sabermos que precisamos ir, é quando percebemos que insistimos em levar adiante uma relação por “puro Hábito” e não mais por prazer. Quando nos sentimos obrigados a estar com o outro e não fazendo uma opção.
Silvia Ligabue - Psicóloga Clinica, Consultora em Programas de Qualidade de Vida em Empresas.
Tel Comercial: (011) 51824544
ligabue@grupopsicon.com.br

terça-feira, 7 de outubro de 2008

AURICULOTERAPIA

É uma técnica de acupuntura onde se utiliza pontos de acupuntura localizados no pavilhão da orelha (cerca de 200). Nesta técnica usa-se o pavilhão auricular para efetuar estímulos aproveitando o reflexo que a Aurícula exerce sobre o Sistema Nervoso Central estimulando esses pontos situados na orelha que correspondem a todos os órgãos e funções do corpo. Ao se efetuar a estimulação desses pontos, o cérebro recebe um impulso que desencadeia uma série de fenômenos físicos, relacionados com a área do corpo, produzindo equilíbrio.



A eficácia comprovada é devida não somente à relação desse tratamento com a Fisiologia Energética, mas também pelo fato da área auricular ser muito rica em nervos e ter muitas ligações com o sistema nervoso central.
Como as regiões auriculares a serem estimuladas são muito pequenas, o chinês usava e ainda usa sementinhas destinadas ao alimento dos pássaros (Colza), sobre os pontos a serem sensibilizados provocando “dor” quando pressionadas. Alguns usam agulhas na Auriculoterapia.
O Dr. P.M.F. Nogier correlacionou o pavilhão auricular à figura de um feto. Para que isso seja percebido basta olhar a imagem de sua própria orelha refletida no espelho ou então para a orelha de outra pessoa. Você irá reparar que o lóbulo da parte de baixo da orelha tem formato de um feto e o formato da parte superior do pavilhão auricular assemelha-se aos pés e aos braços de um se humano em posição fetal. Por esse motivo, cada parte do corpo tem uma área correspondente na orelha. Essa correlação é percebida, por exemplo, quando tocamos uma determinada região da orelha de uma pessoa que sofre de algum distúrbio fisiológico ou energético: essa pessoa sentirá incômodo no momento do toque.
Cada orelha tem pontos reflexos que correspondem aos órgãos e funções do corpo. Todos os órgãos e vísceras têm seu lugar próprio no pavilhão auricular.
O principal objetivo deste tratamento é promover o equilíbrio do paciente, e assim, o seu bem estar. A terapia visa estimular os pontos reflexos que tenham a propriedade de restabelecer o equilíbrio alcançando resultados terapêuticos.
A auriculoterapia é especialmente indicada quando se necessita que o paciente leve o tratamento para casa.
Silvia Regina Salvato
Biomédica e Acupunturista

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

Qualidade de Vida Psicológica X Carência Afetiva

A qualidade de vida psicológica de uma pessoa depende dos tipos de vínculos que ela estabelece no início de sua vida com seus modelos ( mãe, pai e/ou cuidadores ) os quais serão mantidos durante seu amadurecimento.
Nossas estruturas cognitivas serão organizadas em função dos mesmos.
Estes vínculos são importantes para a formação da estrutura da personalidade, na escolha de relacionamentos amorosos, interpessoais, no ambiente de trabalho, na forma de administrar o stress diário...
O indivíduo que se sentiu valorizado de alguma forma, apoiado a enfrentar os desafios da vida, que experimentou relações mais tranqüilas, terá uma visão muito mais clara e positiva. Tenderá a se amar mais e confiar mais em si mesmo. Já os que não se sentiram apoiados e valorizados e se relacionaram em ambientes conturbados verão sua realidade como fria, vazia e solitária.
Geralmente tornan-se seres que exigem atenção constante, querendo sempre agradar aos outros a ponto de esquecerem sua própria vida para viver em função dos desejos e vontades das outras pessoas.
Atraem relacionamentos confusos e insatisfatórios por apresentarem-se tão disponíveis em troca de amor, carinho e atenção. Correm o risco de serem rejeitados, não valorizados e menosprezados pelo parceiro.
Os relacionamentos preenchem este vazio sentido por elas.
Quem agüenta um homem ou mulher que se doa cem por cento? Dedicação total? Num primeiro momento as pessoas gostam, pois sentem-se amadas, mas com o tempo se cansam e desmerecem seu companheiro(a), pois o ser humano naturalmente gosta da conquista, do desafio.
Na maioria das vezes, abrem mão de seus familiares, amigos, trabalho para se dedicarem exclusivamente a seu relacionamento.
O carente acredita que não seja merecedor de amor e sim os seus parceiros o sejam.
Muitos para suprirem este vazio, buscam também muitas vezes consumir coisas materiais de forma desenfreada e acabam com sérios problemas financeiros ou ainda alimentam-se exageradamente. A compulsão existe para aumentar a auto-estima e para sentirem-se importantes.
Não podemos esquecer ainda, que somos seres sociais, por isto a carência saudável, nos aproxima do outro, nos permite relacionar-se. O que descrevemos aqui é o exagero e a necessidade da busca de um auxílio eficaz.
As relações são mantidas por reciprocidades, é uma troca constante, não existe um doador e um receptor de atenção, carinho, amor. As trocas destes papéis se alteram e esta é a forma mais sadia de relacionar-se.
O caminho para administrar o problema é desenvolver a auto- aceitação e com isso a auto-estima. E a compreensão de que o que buscamos no outro, devemos na verdade buscar dentro de nós mesmos. E se sozinho não nos for possível, o auxílio de um profissional especializado, é o grande diferencial que pode ser de grande ajuda.

Silvia Ligabue - Psicóloga Clinica, Consultora em Programas de Qualidade
de Vida em Empresas.Tel Comercial: (011) 51824544ligabue@grupopsicon.com.br

quarta-feira, 23 de julho de 2008

A Terapia Floral

As gotas Florais (pingadas debaixo da língua) são usadas como terapia e medicação desde os aborígenes da Austrália até Paracelsus (alquimista suíço da Idade Média), mas foi Dr. Edward Bach (médico inglês do início do séc. XX) quem compilou e organizou a terapia com florais, que é de uso milenar; afirmava que o uso dos florais não substitui o tratamento médico convencional nem a psicoterapia. ”Se a necessidade for de médico procure-o, se é de psicólogo, vá encontrá-lo”.
No mundo moderno tão competitivo e desarmonioso em que vivemos cada vez mais abdicamos de nossos sonhos e verdades e afastando-nos de nossa essência interna (nosso eu de verdade) afastamo-nos assim de nossa energia vital e devemos nos atentar como diz o sábio ”Começamos a envelhecer e a morrer, quando deixamos os nossos sonhos, metas e motivos”.
A terapia floral ajuda a fazer esta reconexão com o nosso verdadeiro eu, melhorando assim a qualidade de vida. Na atualidade outros sistemas são usados com excelentes resultados, inclusive junto com os de Bach e são: Bush Australiano, Living Essences, Califórnia, Deserto, Alaska, Pacífico, Minas, Saint Germain e muitos outros.
Rose Mary Messias