segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Ansiedade na Adolescência

Apesar de todo adolescente enfrentar episódios de ansiedade uma vez ou outra, alguns parecem ser mais ansiosos que a média.

A ansiedade é uma reação normal do organismo a qualquer situação de estresse, podendo ocorrer desde uma prova na escola até a falar em público, marcar um encontro ou participar de uma competição. O problema começa quando a resposta a este estresse se torna tão intensa a ponto de comprometer seu desempenho ou seu relacionamento com outras pessoas no dia a dia.

Além de ser uma reação normal, a ansiedade também pode ser considerada uma ferramenta útil. Por exemplo, ao estudar para um teste, um pouco de ansiedade pode ser o tempero que faltava para lhe fazer estudar com mais afinco. Entretanto, quando excessiva, ela pode prejudicar a capacidade de raciocínio.

A partir de que ponto a ansiedade pode ser considerada excessiva?

Existem alguns sinais que sugerem que os níveis de ansiedade ultrapassaram os limites da normalidade. Os principais são:

- Você passa a ficar ansioso, preocupado ou assustado sem motivo aparente.

- Você se preocupa demais com situações ou atividades rotineiras, como preparar uma refeição ou fazer um telefonema.

- Você checa repetidamente se fez uma determinada coisa certa (p.ex.: volta várias vezes para ver se fechou a porta).

- Você simplesmente tem ataques de pânico em certas situações corriqueiras (p.ex.: treme e sente náuseas ou vontade de desmaiar durante uma prova na escola).

Todos estes sintomas significam que, provavelmente, seu nível de ansiedade está além do normal.

Quais os tratamentos da ansiedade?

Uma vez reconhecido o problema, é hora de descobrir como superá-lo. Aprenda com suas emoções: o que lhe traz paz e o que lhe causa ansiedade? Em muitos casos, apenas admitir para si que uma determinada situação pode causar angústia excessiva, e preparar-se antecipadamente para ela, já pode ser o suficiente para liquidar o problema da ansiedade.

Algumas pessoas podem se beneficiar de técnicas simples de relaxamento. Por exemplo: para reduzir seus níveis de ansiedade, dedique diariamente um período de 20 minutos voltado para o relaxamento. Procure um lugar calmo, longe de outras distrações. Desligue o som do computador e do telefone, e sente-se em silêncio, o mais quieto possível, por 20 minutos. Mantenha o foco dos pensamentos naquele momento, eliminando da mente qualquer outra idéia capaz de desviar sua atenção. Enquanto medita desta forma, procure perceber qual ou quais partes do seu corpo se encontram relaxadas ou tensas.

A medida em que você for avançando na meditação, tente imaginar que cada pequeno músculo do seu corpo está se tornando relaxado e livre de tensões. Concentre-se em manter a respiração lenta, e a cada expiração imagine seus músculos ainda mais relaxados – como se, a cada movimento respiratório, você exalasse a tensão para fora de si.

Findo o período de 20 minutos, procure sustentar o estado de serenidade por mais tempo. Após algumas semanas de prática diária, a maioria dos adolescentes é capaz de manter o relaxamento prolongado por várias horas, reduzindo significativamente os efeitos nocivos da ansiedade sobre sua vida.

Quem precisa tomar remédio para controlar a ansiedade?

Cerca de 13% dos adolescentes apresentam uma ansiedade tão intensa que é necessário iniciar algum tipo de remédio específico para controlar o distúrbio.

Existem vários medicamentos que podem ser utilizados para reduzir a ansiedade. A escolha entre um e outro dependerá do tipo e da intensidade dos sintomas.

Distúrbios generalizados da ansiedade ou ansiedade relacionada a certas situações sociais costumam ser tratados com os mesmos medicamentos empregados no tratamento da depressão (p.ex.: fluoxetina, paroxetina, venlaflaxina, amitriptilina, etc). Os efeitos destes remédios em geral levam cerca de 15-30 dias para serem percebidos.

Os benzodiazepínicos são considerados os medicamentos mais específicos contra ansiedade. O diazepam, o lorazepam e o alprazolam, são os benzodiazepínicos mais conhecidos. Eles podem ser utilizados sozinhos ou associados a outros remédios.

Na maioria dos casos, os médicos optam por associar o tratamento medicamentoso com técnicas de psicoterapia (p.ex.: terapia cognitivo-comportamental) para aumentar as chances de melhora e acelerar a recuperação.

FONTE:BOA SAUDE

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

QUEM É O MÉDICO HOSPITALISTA?

O médico hospitalista é um especialista em medicina hospitalar; seu foco de atuação é o cuidado do paciente internado.

O hospitalista conjuga sólida formação médica ao conhecimento dos processos administrativos vinculados à internação hospitalar. Esta formação confere ao hospitalista visão e postura diferenciadas frente ao paciente hospitalizado, o que lhe permite atingir os alvos próprios da especialidade: excelência na assistência médica; promoção sistemática da segurança do paciente internado; aplicação de uma medicina baseada em evidências por meio de adesão plena aos protocolos assistenciais; e redução dos custos referentes à internação hospitalar ao limitar gastos e riscos desnecessários e ao promover a desospitalização precoce.
Fonte:Instituto de medicina hospitalar

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Aromaterapia: bem-estar em gotas

Aromaterapia: bem-estar em gotas


Extraídos de folhas, flores, frutos, raízes, sementes e cascas, os óleos essenciais acompanham os momentos de relaxamento.
Sentir aromas agradáveis pode ter um efeito altamente terapêutico. Com as gotas dos óleos essenciais usados pela aromaterapia, o poder curativo das plantas é transferido para banhos, massagens e ambientes, equilibrando as emoções e fortalecendo o organismo.

Aromas agradáveis normalmente despertam nossos sentidos. Se esses perfumes forem exalados de óleos essenciais, o efeito é potencializado, reequilibrando as emoções e a saúde do corpo inteiro. Esse é o princípio básico da aromaterapia: "Inalado, o aroma dos óleos chega ao cérebro, que passa a liberar substâncias de efeito relaxante (lavanda, lemongrass, laranja, manjerona, petitgrain, ilangue-ilangue e jasmim); sedativo (gerânio, camomila, eucalipto e melissa); estimulante (alecrim, bergamota, cravo, sálvia-esclaréia, hortelã-pimenta, limão e sálvia); e refrescante (hortelã-pimenta, limão e pinho). Em contato com a pele, as essências são capazes de influenciar o metabolismo e fortalecer o sistema de defesa do organismo", explica o paulista Fernando Amaral, especialista em aromaterapia e estudioso do olfato.

Tanto poder tem uma razão química: os óleos essenciais são compostos de mais de 100 componentes, que atuam em conjunto para tratar a mente e o corpo. As antigas civilizações orientais sabiam disso há 6000 anos. Apesar de esse conhecimento estar registrado em livros sagrados indianos, egípcios e de medicina chinesa, a medicina ocidental demorou a abrir espaço para a aromaterapia no tratamento de doenças. Mas, a cada dia, surgem novas pistas de que os óleos essenciais podem aliviar diversos males. Estudos científicos realizados recentemente na Austrália confirmaram as propriedades anti-sépticas, antiinflamatórias e analgésicas do óleo essencial do tea tree, também conhecido pelo nome de melaleuca.

No Brasil, a aromaterapia já está sendo usada em grandes hospitais. Na Unidade de Medicina Preventiva do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, um dos mais modernos do país, as salas de check-up são aromatizadas com óleos essenciais de efeito relaxante: "Esse aroma ameniza a ansiedade dos pacientes, facilitando a realização dos exames", diz Mike Roberto Costa, gerente administrativo. Na Clínica do Movimento, também do Einstein, são usados aromas estimulantes na sala de avaliação física. "As pessoas se sentem mais dispostas a fazer os testes nos aparelhos de ginástica", atesta Mike.

Resgate das emoções

O mecanismo de associarmos os aromas agradáveis a tudo o que é limpo e saudável, ou às lembranças boas, é chamado pelos especialistas de gatilho emocional olfativo. "Por isso, a aromaterapia funciona muito bem como coadjuvante nos tratamentos psicológicos. Ao sentir um determinado cheiro, a pessoa pode resgatar emoções alegres ou tristes da infância ou de um passado próximo", diz Samia Maluf, psicóloga de São Paulo, que pulveriza lavanda no seu consultório para baixar a ansiedade, diminuir o cansaço e deixar seus pacientes mais à vontade para relatar seus problemas e bloqueios.

Grapefruit, petitgrain, laranja e gerânio são os aromas selecionados pela psicóloga para tratamentos antidepressivos. Em outros casos, a escolha da fragrância fica a critério do paciente: "O que mais agradar ao olfato da pessoa naquele momento é o que ela precisa", diz Samia.


Reportagem: Eliane Contreras
FONTE:BONS FLUIDOS

sábado, 2 de outubro de 2010

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

SOMOS EXPOSITORES NO CONGRESSO BRASILEIRO DE QUALIDADE DE VIDA


Estarei nos dias 04,05 e 06 de outubro, como empresa expositora no Congresso de qualidade de Vida que acontecerá no Maksoud Plaza. Importante evento para pensarmos sobre Sustentabilidade para o Bem - estar e Qualidade de Vida.
Silvia Ligabue
ligabue@grupopsicon.com.br

domingo, 12 de setembro de 2010

Conhecendo a geração Y




É sabido que nos últimos 60 anos, três gerações mudaram os seus valores e o jeito de pensar da sociedade. São elas as Tradicionais (até 1945), Baby Boomers (1946 a 1964) e Geração X (1965 a 1977). E chega a hora da atrevida e inovadora Geração Y.
A Geração Y ou Geração millennials ou ainda Geração da Internet, vem do conceito da sociologia (ciências humanas que estuda as unidades que formam a sociedade, ou seja, estuda o comportamento humano em função do meio e os processos que interligam os indivíduos em associações, grupos e instituições...) que é a geração dos nascidos em 1970, segundo alguns autores ou 1980 segundo outros, até meados da década de 1990.
Filhos da Geração X (1965 a 1977), tornaram-se céticos e protetores por enfrentarem crises violentas no que diz respeito ao desemprego na década de 80, muitos eram filhos de pais separados, viviam em casa em que homem e mulher trabalhavam fora, pais atenciosos, que foram os primeiros a colocar no carro o adesivo cuidadoso:” bebê a bordo”. Culpados por se dedicarem pouco a família e muito ao trabalho. Com o pensamento “quero propiciar ao meu filho o que não tive”. Davam injeções de autoconfiança em seus filhos e pouca hierarquia entre pais e filhos. Tiveram contato com as novas tecnologias. Viram surgir o computador e o video cassete.
O presidente da Bridge Research afirma em um estudo da Geração Y: “os valores que a permeiam como um todo são velocidade, liberdade, consumo, individualidade e tecnologia. Esses valores se confundem com a própria pós-modernidade desses jovens, que são impulsivos, têm baixa reflexão e são incansáveis na busca por inovação”
Esta geração está inserida em um contexto mundial onde tudo é rápido e ao alcance de todos; a distancia não existe.
Na educação sempre ouviram que são especiais e com altas doses de aprovação.
São fieis colaboradores, mas não valorizam a empregabilidade. Acreditam no futuro e no papel que desempenharão nele, são divertidos, otimistas, criativos, colaboradores e sociáveis. Tem facilidade para a mudança, querem crescer rapidamente em suas carreiras, são multitarefa, aprendem com muita facilidade, preocupam-se com responsabilidade social, ambiente sustentável, pensando sempre no bem de todos. Transparentes e sempre na busca do equilíbrio na vida pessoal e no trabalho, querem a satisfação pessoal antes da financeira.
Não lêem obras literárias muito densas, a instrução formal não os atrai, só se responsabilizam por aquilo que chama a atenção, o erro é para eles o processo de aprendizagem, questionadores e impacientes. Gostam de gratificações imediatas, não gostam de promessas futuras. Adoram reconhecimento, autonomia e feedback constante. Não aceitam hierarquia, não se subordinam a cargos e sim a vínculos, o critério de julgamento é a consciência e não a obediência. Não tem compromisso com ninguém a não ser com seus próprios interesses. Para eles insatisfação leva à demissão e é por isto que são chamados de infiéis por muitos.
Uma pesquisa do Departamento de Educação dos Estados Unidos revelou que crianças que usam programas online para aprender ficam nove pontos acima da média geral e são mais motivadas. "É a era dos indivíduos multitarefas", afirma Carlos Honorato, professor da FIA.
Vale refletir sobre como se sente esta geração que quando em um ambiente escolar, precisa seguir regras e normas ditadas e não as ditadas por eles, ser formal para sentir-se adaptada e aceita neste ambiente. E que as escolas e empresas terão que se adaptar a estas formas diferentes que esta população necessita. Para nos relacionarmos de forma assertiva com esta geração acredito que devemos auxiliá-los a encontrarem seus caminhos e a fazerem suas escolhas com responsabilidade. Entenderem que podem aprender com seus próprios erros e não serem poupados deles. Respeitá-los para que respeitem, e ouvi-los, pois gostam de ser ouvidos. Não podemos esquecer que eles serão o futuro, então suas escolhas são muito importantes para nós.

Silvia Ligabue
Psicoterapeuta e Consultora em Programas de Qualidade de Vida no
Trabalho

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Semana da Mobilidade de São Paulo 16 a 22 de Setembro


Ponto alto das atividades é o Dia Mundial Sem Carro, celebrado globalmente
em 22 de setembro


O Dia Mundial Sem Carro, celebrado globalmente em 22 de setembro, encerra
este ano uma semana de atividades dedicadas ao tema, de 16 a 22 de setembro.
A proposta é levar a população e os gestores públicos a refletir sobre a
necessidade de racionalizar/reduzir o uso do transporte individual e
privilegiar de todas as maneiras o transporte coletivo, os meios menos
poluentes, a acessibilidade e principalmente o respeito aos pedestres.


O Grupo de Trabalho de Mobilidade Urbana do Movimento Nossa São Paulo
apresentará na Câmara Municipal de São Paulo, no dia 20 de setembro, o Plano
Municipal de Transportes e Mobilidade Sustentáveis. Esta proposta busca
reverter a situação alarmante de nossa cidade: os moradores de São Paulo
demoram em média 2 horas e 43 minutos para se deslocar na cidade (pesquisa
Ibope 2009), as médias mensais dos picos de congestionamento chegam a 129
quilômetros, e para cada grupo de 20 habitantes há 9 carros na cidade (frota
de 6,8 milhões). Esses dados lhe parecem familiares? É nada mais que a nossa
realidade cotidiana.


Neste cenário, melhorar a mobilidade se torna uma questão urgente, com o
desafio de ser sustentável, levando em conta a qualidade do ar, a saúde da
população e o uso eficiente dos recursos naturais. Não queremos apenas
mobilizar a sociedade civil, mas cobrar os poderes públicos para que ações
efetivas na melhoria da mobilidade na cidade sejam tomadas. Nossa meta é a
uma cidade melhor para todos! Acreditamos que os cidadãos podem e querem
contribuir para que isso aconteça.


O ano de 2010 é o quarto ano consecutivo em que o Movimento Nossa São Paulo
e diversas outras organizações da capital paulista se envolvem na campanha
por uma mobilidade mais sustentável e inclusiva.


Participe com a sua empresa:


1) Incentive seus colaboradores a, no dia 22 de setembro, experimentar uma
nova forma de mobilidade para ir ao trabalho:
• Transporte coletivo (ônibus, trem, metrô);
• Caminhada;
• Bicicleta;
• Carona (oferecer e aceitar).


2) É importante estar preparado para isso:


• Espaço para bicicletas;


• Flexibilidade nos horários de entrada e saída, dada a possibilidade de
atrasos;


• Considere a possibilidade do fretamento de ônibus (considerando as regras
de restrição da Prefeitura de São Paulo);


• Organize caronas solidárias! Se cada veículo levar pelo menos quatro
funcionários, sua empresa vai tirar três automóveis da rua por viagem.


Participe da nossa programação:

www.nossasaopaulo.org.br


Ações de mobilização


• Multiplique a divulgação do Dia Mundial Sem Carro em seu mailing, site,
mala-direta, intranet, jornal ou revista corporativos;
Divulgue o site

www.DiaMundialSemCarro.org - espaço permanente de informação e discussão
sobre mobilidade urbana e as consequências de sua ausência para a vida das
pessoas;


• Estimule a discussão dos problemas de mobilidade de São Paulo entre suas
equipes;


• Faça sua própria camiseta usando a arte disponível no site;


• Se possível, busque reduzir atividades durante a Semana de Mobilidade e/ou
no Dia Mundial Sem Carro especialmente aquelas que envolvem a utilização de
veículos (carros, utilitários, motos) e deslocamento de colaboradores.


O Movimento Nossa São Paulo participa do Coletivo de Mobilização para o Dia
Mundial Sem Carro que trabalha para uma cidade cada vez melhor de se viver.


Compartilhe conosco suas ideias e ações - nós as divulgaremos em nossos
sites!


Vamos agir juntos por uma cidade sustentável. Ela é possível!


Coletivo do Dia Mundial Sem Carro


Movimento Nossa São Paulo