A Ginástica Laboral começou a ser compreendida como um grande instrumento na melhoria da saúde física do trabalhador, reduzindo e prevenindo problemas ocupacionais, através de exercícios específicos que são realizados no próprio local de trabalho. A Ginástica Laboral não sobrecarrega nem cansa o funcionário, porque é leve e de curta duração. “A ginástica laboral traz, entre outras coisas, maior integração da equipe”. O objetivo da GL (Ginástica Laboral) é promover adaptações fisiológicas, físicas e psíquicas, por meio de exercícios dirigidos que:- Trabalham a reeducação postural,- Aliviam o estresse,- Diminuam o sedentarismo;- Aumentam o ânimo para o trabalho;- Promovam a saúde e uma maior consciência corporal;- Aumentam a integração social;- Melhoram o desempenho profissional;- Diminuam as tensões acumuladas no trabalho;- Previnam lesões e doenças por traumas cumulativos, como as LER (Lesões por Esforços Repetitivos) e os DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho).- Diminuam a fadiga visual, corporal e mental por meio das pausas para os exercícios.Dentre as lesões mais freqüentes podemos citar:- Na coluna cervical: síndrome da tensão cervical e síndrome do desfiladeiro torácico;- No ombro: tenossinovite do bíceps e tendinite do músculo supra-espinhoso;- No cúbito (cotovelo): epicondilites;- No punho: tenossinovite dos flexores do punho e dedos, tenossinovite dos extensores do carpo e dedos, tendinite de Dequervain e síndrome do túnel do carpo;- Na mão: fascite palmar e miosite dos lumbricais.- Outros problemas na coluna como: hipercifose torácica, hiperlordose, escoliose, entre outros.- Encurtamentos musculares. Para as empresas, a incorporação da Ginástica Laboral pode trazer muitos benefícios como:- Redução de faltas dos funcionários;- Aumento da produtividade;- Redução de quedas;- Maior integração da equipe etc.
Fonte: Cyber Diet
O ser humano é composto pelas dimensões, física, emocional, social, espiritual e intelectual; dimensões estas que devem ser cultivadas no dia a dia por toda nossa vida. E para que possamos viver de forma harmônica estas dimensões devem estar sempre inter-relacionadas. Somos os únicos responsáveis pela busca de nosso bem estar e qualidade de vida. Você já pensou nisto? Serviços Prestados pelo GRUPO PSICON-PSICORPO Informações: 55 11 2865-4845 5182-4544/9129-6351 ou ligabue@grupopsicon.com.br
terça-feira, 8 de setembro de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
O Estresse e seus sinais
A saúde é a condição de vida que se quer ter. Por isso é muito importante que estejamos ligados aos sinais do nosso corpo para compreendermos quais são seus limites.
Segundo a O.M S (1986): “A saúde do ser humano é o completo bem estar biológico, psicológico, social e não apenas a ausência de doença".
A integração destas três dimensões é muito importante para nossa saúde.Para entendermos a saúde e a doença, além do ambiente físico imediato e hereditariedade, o estilo de vida (hábitos alimentares, postura, relacionamentos, ritmo de vida) é um dos fatores mais importantes para termos condições para uma boa saúde, reduzindo assim, nossa chance de adoecer.Nos últimos tempos, houve um aumento das doenças decorrentes da interação do ser humano com seu ambiente psicossocial (trabalho, família, grupo social, etc.)Há uma maior atenção em psicoses e neuroses no trabalho, por gerarem desconforto de relacionamento e incapacidade para o trabalho.Vivemos constantemente sob pressão , estas pressões a que somos submetidos no dia a dia, são fatores estressores.Estes podem ser organizados em três níveis: - decorrentes dos tempos atuais, as demandas sociais e questões organizacionais.Os tempos atuais referem-se ao ambiente da sociedade urbana, como ruído, aglomeração, trânsito, etc.As demandas individuais, à sensibilidade pessoal. O que sensibiliza uma pessoa pode agredir a outra; experiências negativas ou positivas. Ex. Lidar com a depressão, perfil socioeconômico.As questões organizacionais exigem de nós uma alta capacidade de readaptação; necessidade de participação, carga de trabalho, promoção, empregabilidade, etc.O estresse é um processo de tensão diante de uma situação de desafios que pode ter um resultado tanto positivo como negativo para o individuo.O processo negativo é denominado distress, situações de desconforto, ou doença.O distress pode ter duas dinâmicas geradoras de sintomas de doenças.Uma por estresse por causa da monotonia, ausência de esforço, sedentarismo; a outra que é a sobrecarga, o excesso, o esforço a mais.O eustress que gera situações de esforços e resultados positivos. É uma tensão com equilíbrio e elasticidade com adequação entre o esforço e resultado.Sabe-se que o estresse não acontece de repente e nem por acaso.
Segundo o estudioso Hans Selye a síndrome geral de adaptação, ou seja, como respondemos às pressões do meio ambiente, se dá em três etapas: A reação de alarme, a resistência e a exaustão.Vivemos a reação de alarme nos fatos inesperados, como por exemplo, uma prova surpresa, uma avaliação de desempenho no trabalho sem ser avisado antecipadamente. A ação de resistência acontece quando o agente estressor mantém sua ação, como mudanças de humor, insônia, irritabilidade, como por exemplo, pessoas que possuem uma vida com muitas exigências. A fase de exaustão é a do cansaço, perda da capacidade de resposta. Ex. a perda de pessoas queridas.Como entender os sinais do nosso corpo? Quais são estes sinais?Os indicados de estresse são os sinais do nosso corpo, do ponto de vista psicológico, são as instabilidades psíquicas, ora você está rindo, ora está chorando. Observamos ainda, a ansiedade constante, a depressão, a irritabilidade frente a uma pequena pressão.Os físicos são úlceras, alergias, asmas, enxaquecas, entre outros.Os sociais são: baixa produtividade, falta de concentração no trabalho, conflitos domésticos, etc.Estes sinais nos mostram que o estresse não se estabelece sem sinalizar. E a partir do momento que conseguimos visualizar o estresse como dificuldade de adaptação e flexibilidade, já estamos sendo nosso próprio cuidador.Através do autoconhecimento temos maior percepção dos nossos limites, mais habilidade para interagir com o meio.Por isso vamos estar atentos a eles, para que possamos nos manter saudáveis.
Silvia Ligabue
PsicoterapeutaConsultora em Programas de Qualidade de Vida no Trabalho
ligabue@grupopsicon.com.br
Segundo a O.M S (1986): “A saúde do ser humano é o completo bem estar biológico, psicológico, social e não apenas a ausência de doença".
A integração destas três dimensões é muito importante para nossa saúde.Para entendermos a saúde e a doença, além do ambiente físico imediato e hereditariedade, o estilo de vida (hábitos alimentares, postura, relacionamentos, ritmo de vida) é um dos fatores mais importantes para termos condições para uma boa saúde, reduzindo assim, nossa chance de adoecer.Nos últimos tempos, houve um aumento das doenças decorrentes da interação do ser humano com seu ambiente psicossocial (trabalho, família, grupo social, etc.)Há uma maior atenção em psicoses e neuroses no trabalho, por gerarem desconforto de relacionamento e incapacidade para o trabalho.Vivemos constantemente sob pressão , estas pressões a que somos submetidos no dia a dia, são fatores estressores.Estes podem ser organizados em três níveis: - decorrentes dos tempos atuais, as demandas sociais e questões organizacionais.Os tempos atuais referem-se ao ambiente da sociedade urbana, como ruído, aglomeração, trânsito, etc.As demandas individuais, à sensibilidade pessoal. O que sensibiliza uma pessoa pode agredir a outra; experiências negativas ou positivas. Ex. Lidar com a depressão, perfil socioeconômico.As questões organizacionais exigem de nós uma alta capacidade de readaptação; necessidade de participação, carga de trabalho, promoção, empregabilidade, etc.O estresse é um processo de tensão diante de uma situação de desafios que pode ter um resultado tanto positivo como negativo para o individuo.O processo negativo é denominado distress, situações de desconforto, ou doença.O distress pode ter duas dinâmicas geradoras de sintomas de doenças.Uma por estresse por causa da monotonia, ausência de esforço, sedentarismo; a outra que é a sobrecarga, o excesso, o esforço a mais.O eustress que gera situações de esforços e resultados positivos. É uma tensão com equilíbrio e elasticidade com adequação entre o esforço e resultado.Sabe-se que o estresse não acontece de repente e nem por acaso.
Segundo o estudioso Hans Selye a síndrome geral de adaptação, ou seja, como respondemos às pressões do meio ambiente, se dá em três etapas: A reação de alarme, a resistência e a exaustão.Vivemos a reação de alarme nos fatos inesperados, como por exemplo, uma prova surpresa, uma avaliação de desempenho no trabalho sem ser avisado antecipadamente. A ação de resistência acontece quando o agente estressor mantém sua ação, como mudanças de humor, insônia, irritabilidade, como por exemplo, pessoas que possuem uma vida com muitas exigências. A fase de exaustão é a do cansaço, perda da capacidade de resposta. Ex. a perda de pessoas queridas.Como entender os sinais do nosso corpo? Quais são estes sinais?Os indicados de estresse são os sinais do nosso corpo, do ponto de vista psicológico, são as instabilidades psíquicas, ora você está rindo, ora está chorando. Observamos ainda, a ansiedade constante, a depressão, a irritabilidade frente a uma pequena pressão.Os físicos são úlceras, alergias, asmas, enxaquecas, entre outros.Os sociais são: baixa produtividade, falta de concentração no trabalho, conflitos domésticos, etc.Estes sinais nos mostram que o estresse não se estabelece sem sinalizar. E a partir do momento que conseguimos visualizar o estresse como dificuldade de adaptação e flexibilidade, já estamos sendo nosso próprio cuidador.Através do autoconhecimento temos maior percepção dos nossos limites, mais habilidade para interagir com o meio.Por isso vamos estar atentos a eles, para que possamos nos manter saudáveis.
Silvia Ligabue
PsicoterapeutaConsultora em Programas de Qualidade de Vida no Trabalho
ligabue@grupopsicon.com.br
terça-feira, 18 de agosto de 2009
3ª Campanha de Prevenção da Doença Renal Crônica: Um em cada dez brasileiros tem problemas renais
Palestras e oficinas, para profissionais e público geral, acontecem nos dias 21 e 22 de agosto; em campanhas anteriores, 23,15% dos atendidos apresentaram propensão à DRC (Doença Renal Crônica) O Centro Integrado de Nefrologia (CINE) e HDC - Home Dialysis Center, clínicas especializadas em saúde renal, promovem oficinas, palestras e atendimento à população nos dia 21 e 22 de agosto, durante a 3ª Campanha de Prevenção da Doença Renal Crônica, na cidade de Guarulhos. (www.hdcdialise.com.br). De acordo com o censo da Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), o número de pacientes em diálise no país cresceu 18,25% em um ano, passando de 73.605, em janeiro de 2007, para 87.044 em março de 2008. Estima-se ainda que um em cada dez brasileiros seja portador de algum tipo de doença renal. “As enfermidades renais são consideradas uma das epidemias silenciosas do século XXI. Porém, o diagnóstico precoce pode interromper ou diminuir a perda progressiva da função renal, evitando ou adiando a entrada em diálise”, explica Dra. Carmen Tzanno, nefrologista e diretora do CINE-HDC. No dia 22 de agosto (sábado), das 9h às 17h, no Bosque Maia (Av. João XXIII, 485 – esquina com a Av. Paulo Faccini, no bairro - Jardim Maia) haverá o circuito de atendimento à população. O público poderá participar, entre outras atividades, de aulas de alongamento, com duração média de dez minutos, que serão realizadas às 11h e às 15h, e também fazer testes preventivos de pressão arterial, glicemia capilar, urianálise (teste que detecta a perda de açúcar, proteína e sangue pela urina) e antropometria (peso, altura, circunferência abdominal). Após a realização dos testes, os resultados serão analisados por médicos e, se houver necessidade, o participante será encaminhado ao serviço de saúde. Em duas Campanhas de Prevenção realizadas em 2007 e 2008, 667 pessoas foram atendidas, sendo que 75 delas (23,15%) apresentaram propensão à DRC (Doença Renal Crônica) e foram encaminhados para a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima de sua residência. Programação completaAs palestras e oficinas serão realizadas na Universidade de Guarulhos – UnG (Auditório “F” do Campus Centro - Praça Tereza Cristina, 1 – Centro – Guarulhos). Especialistas em Nefrologia, tanto do CINE-HDC quanto de instituições que se dedicam a essa área, abordarão temas relacionados aos diversos aspectos referentes à saúde renal, como nutrição, psicologia, educação física, campanhas preventivas, políticas públicas de saúde, entre outros. O investimento para participar nas oficinas é de R$ 20,00, para reservas antecipadas, e de R$ 30,00 para inscrições efetuadas no dia do evento. As palestras são gratuitas. 21 de agosto - sexta-feira: Das 9h às 11h – Oficinas: Nutrição: Aconselhamento nutricional e suas diferentes abordagens para maior adesão às orientações alimentares. Bárbara Margareth M. Biavo – nutricionista do HDC Clarissa B. Uezima – nutricionista do CINE Anita Sachs – UNIFESP – EPM Psicologia: Grandes encontros: Diálise e qualidade de vida. Geison Stein Meirelles Ramos – psicólogo do CINE-HDC Educação Física: Atividade Física e Doença Renal: Isto combina? Simone Guaraldo – educadora física responsável pelo programa de atividade física do CINE-HDC Serviço Social: Aspectos transformadores na vida social. Simone Camillo – assistente social do HDC Wilma Correia – assistente social do CINE · Enfermagem: DPA ou DPAC – Uma terapia para o dia-a-dia.Mirian Abe – Enfermeira responsável pelo serviço de DPA e DPAC do CINE Claudete Moura Praxedes – Enfermeira responsável pelo serviço de DPA e DPAC do HDC Farmácia: Atenção farmacêutica ao paciente insuficiente renal Moacyr Aizenstein – Coordenador do Laboratório de Neurofarmacologia do ICB- USP A partir das 14h – Palestras: 14h: Como organizar uma campanha de prevenção. Dra. Carmen Tzanno Branco Martins – nefrologista e diretora do CINE-HDC 14h30: Equipe multiprofissional e humanização. Dr. João Paulo Lian Branco Martins – Psiquiatra/Coordenador da equipe multiprofissional do CINE/HDC 15h10: Políticas públicas de saúde. Dra. Patrícia Abreu – UNIFESP 15h50: Alimentação e saúde. Ms. Hevoise Fátima Papini 16h30: Discussão de caso. Equipe Multiprofissional 17h: Encerramento. Dr. Elzo Ribeiro Junior – nefrologista e diretor do HDC 17h10: Coquetel de encerramento. Serviço Tema: Oficinas e palestras sobre saúde renalData: 21 de agosto de 2009 (sexta-feira)Horário: das 9h às 11h e das 14h às 17h (vide programação)Local: Universidade de Guarulhos – UnG (Auditório “F” do Campus Centro - Praça Tereza Cristina, 1 – Centro – Guarulhos Investimento para as oficinas: . R$ 20,00 para inscrições até 16 de agosto.. R$ 30,00 para inscrições realizadas no dia do evento. *Alunos da UnG e funcionários da Secretaria Municipal de Saúde de Guarulhos estão isentos da taxa, mediante apresentação de documento que comprove vínculo com as respectivas instituições. As palestras são gratuitas Atendimento preventivo à comunidade (gratuito)Data: 22 de agosto de 2009 (sábado)Horário: das 9h às 17hLocal: Bosque Maia (Av. João XXIII, 485 – esquina com a Av. Paulo Faccini, no bairro - Jardim Maia), em Guarulhos Informações e inscrições: www.hdcdialise.com.br ou (11) 2225 9500 Sobre o CINE-HDC As clínicas HDC (Home Dialysis Center) e CINE (Centro Integrado de Nefrologia), dirigidas pelos médicos nefrologistas Carmen Tzanno Branco Martins e Elzo Ribeiro Jr., buscam proporcionar bem-estar a pacientes renais. Para isso, contam com equipes multiprofissionais, formadas por profissionais especializados, além de atividades complementares e apoio psicológico, nutricional e social, para garantir melhor qualidade de vida. O CINE foi criado em 1993 em Guarulhos (SP). O HDC está localizado no bairro da Penha, Zona Leste de São Paulo. Oferecem várias modalidades de terapia renal substitutiva, como hemodiálise, diálise peritoneal ambulatorial contínua (CAPD) e diálise peritoneal automatizada (APD).
domingo, 2 de agosto de 2009
Por que faz tão mal ficar parado?
Publicado originalmente na gazetaweb.globo.com - 10/07/2009
A falta de exercício pode ser um fator de risco tão grave para o coração quanto a hipertensão, diabetes, tabagismo, colesterol alto ou obesidade - e, se associado a esses, pior ainda. Para se ter uma ideia, de acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde, 70% da população mundial é sedentária. E a falta de atividade física, somada a uma alimentação não-balanceada, é responsável por 54% do número de mortes por infarto. Já um estilo de vida ativo pode ajudar a reduzir o risco de morte em até 40%.Por que estilo de vida ativo faz tão bem à saúde?"Isso porque a atividade física ajuda a baixar os níveis de colesterol e melhorar o controle do diabetes, além de auxiliar no equilíbrio da pressão arterial e melhorar a capacidade respiratória", explica o cardiologista Marcos Bubna. "São atividades simples, como caminhada, corrida, natação ou andar de bicicleta, que podem salvar muitas vidas", completa.Qual o mínimo de atividade física para deixar de ser sedentário?O ideal, segundo os parâmetros da Sociedade Brasileira de Cardiologia, é praticar uma atividade aeróbica pelo menos quatro dias por semana, com um mínimo de 40 minutos de duração, que podem ser divididos em dois ou três períodos diários. "Antes de iniciar seu programa de atividade física é muito importante um bom check-up do coração, um eletrocardiograma, o teste de esforço e a consulta com um cardiologista. Esse cuidado pode dar muito mais segurança ao exercício e para prevenção cardíaca", reforça Bubna.A Associação Brasileira de Qualidade de Vida defende, inclusive, que os executivos que se exercitam tendem a render mais no trabalho. Tanto, que algumas empresas chegam a adotar programas de incentivo para combater o sedentarismo - como adotar as escadas no lugar do elevador para subir.Veja algumas dicas simples para deixar o sedentarismo de lado- Adotar quatro dias na semana para fazer uma caminhada. Além dos benefícios para o coração, a prática ajuda no bem-estar;- Preferir as escadas ao invés do elevador;- Estacionar o carro em um local um pouco mais distante do destino; - Dispensar a escada rolante nos shoppings;- Levantar para falar com o colega, ao invés de chamá-lo pelo telefone ou pelo computador.
A falta de exercício pode ser um fator de risco tão grave para o coração quanto a hipertensão, diabetes, tabagismo, colesterol alto ou obesidade - e, se associado a esses, pior ainda. Para se ter uma ideia, de acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde, 70% da população mundial é sedentária. E a falta de atividade física, somada a uma alimentação não-balanceada, é responsável por 54% do número de mortes por infarto. Já um estilo de vida ativo pode ajudar a reduzir o risco de morte em até 40%.Por que estilo de vida ativo faz tão bem à saúde?"Isso porque a atividade física ajuda a baixar os níveis de colesterol e melhorar o controle do diabetes, além de auxiliar no equilíbrio da pressão arterial e melhorar a capacidade respiratória", explica o cardiologista Marcos Bubna. "São atividades simples, como caminhada, corrida, natação ou andar de bicicleta, que podem salvar muitas vidas", completa.Qual o mínimo de atividade física para deixar de ser sedentário?O ideal, segundo os parâmetros da Sociedade Brasileira de Cardiologia, é praticar uma atividade aeróbica pelo menos quatro dias por semana, com um mínimo de 40 minutos de duração, que podem ser divididos em dois ou três períodos diários. "Antes de iniciar seu programa de atividade física é muito importante um bom check-up do coração, um eletrocardiograma, o teste de esforço e a consulta com um cardiologista. Esse cuidado pode dar muito mais segurança ao exercício e para prevenção cardíaca", reforça Bubna.A Associação Brasileira de Qualidade de Vida defende, inclusive, que os executivos que se exercitam tendem a render mais no trabalho. Tanto, que algumas empresas chegam a adotar programas de incentivo para combater o sedentarismo - como adotar as escadas no lugar do elevador para subir.Veja algumas dicas simples para deixar o sedentarismo de lado- Adotar quatro dias na semana para fazer uma caminhada. Além dos benefícios para o coração, a prática ajuda no bem-estar;- Preferir as escadas ao invés do elevador;- Estacionar o carro em um local um pouco mais distante do destino; - Dispensar a escada rolante nos shoppings;- Levantar para falar com o colega, ao invés de chamá-lo pelo telefone ou pelo computador.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Estudo mostra relação de dieta e envelhecimento
Macacos alimentados com quantidade de comida menor que o normal envelhecem de modo mais saudável e podem até viver por mais tempo
Num laboratório do Centro Nacional de Pesquisa de Primatas de Wisconsin, Matthias sofre com a idade. Aos 28 anos, fase da velhice para um macaco reso, Matthias perde os cabelos, arrasta a barriga e ganha rugas no rosto. No entanto, na jaula ao lado, um de seus colegas de laboratório, Rudy, é o retrato da vitalidade simiesca, embora seja só um pouco mais velho.
Com uma simples intervenção no estilo de vida, Rudy e outros primatas como ele, deverão ter vidas muito longas e ativas. Eles recebem uma dieta com restrição calórica, cerca de 30% menos calorias que o normal, mas com quantidades adequadas de vitaminas, minerais e outros nutrientes.
O modo como essa dieta afeta o corpo é objeto de uma série de estudos e indica que o índice de envelhecimento pode ser manipulado. Dietas de restrição calórica aplicadas a vários animais mostraram que elas interferem em reações moleculares envolvidas no avanço do mal de Alzheimer, diabete, doenças cardíacas, mal de Parkinson e câncer. No início deste ano, pesquisadores afirmaram que a restrição calórica pode ser mais eficaz que o exercício na prevenção de doenças relacionadas à idade.
Macacos como Rudy parecem comprovar a teoria. Os animais submetidos à dieta restritiva gozam de saúde inquestionavelmente melhor que a dos macacos sob dieta normal ao se aproximar da velhice. Estes mostram sinais de envelhecimento similares aos que surgem nos humanos. Três desenvolveram diabete e um quarto morreu da doença. Cinco morreram de câncer.
Mas Rudy e seus colegas de dieta estão se saindo melhor. Nenhum tem diabete e só três morreram de câncer. Ainda é cedo para saber se eles viverão mais que os outros, mas eles têm pressão mais baixa e níveis mais baixos de gorduras perigosas, de glicose e de insulina.
“Os indicadores preliminares apontam para um sólido prolongamento da vida nos animais sob dieta restrita”, afirmou Richard Weindruch, gerontologista da Universidade de Wisconsin que coordena a pesquisa com os macacos.
As descobertas põem em questão antigas crenças científicas e culturais sobre a inevitabilidade da decadência do corpo. Também sugerem que outras intervenções, como novas drogas, podem retardar o envelhecimento mesmo que a dieta se mostre ineficaz nos humanos. Uma das principais candidatas, uma forma recém-sintetizada de resveratrol - antioxidante presente no vinho tinto - já é testada em pacientes. Eventualmente, ela pode se tornar a primeira de uma nova classe de drogas antienvelhecimento.
Baseando-se em conclusões recentes de estudos com animais, Richard A. Miller, patologista da Universidade de Michigan, estimou que uma pílula imitando os efeitos da restrição calórica poderia prolongar o tempo de vida dos humanos para cerca de 112 anos saudáveis, com os mais velhos chegando aos 140. Alguns especialistas consideram a projeção excessivamente otimista.
Fonte: Estado de São Paulo, 01/11/06
Num laboratório do Centro Nacional de Pesquisa de Primatas de Wisconsin, Matthias sofre com a idade. Aos 28 anos, fase da velhice para um macaco reso, Matthias perde os cabelos, arrasta a barriga e ganha rugas no rosto. No entanto, na jaula ao lado, um de seus colegas de laboratório, Rudy, é o retrato da vitalidade simiesca, embora seja só um pouco mais velho.
Com uma simples intervenção no estilo de vida, Rudy e outros primatas como ele, deverão ter vidas muito longas e ativas. Eles recebem uma dieta com restrição calórica, cerca de 30% menos calorias que o normal, mas com quantidades adequadas de vitaminas, minerais e outros nutrientes.
O modo como essa dieta afeta o corpo é objeto de uma série de estudos e indica que o índice de envelhecimento pode ser manipulado. Dietas de restrição calórica aplicadas a vários animais mostraram que elas interferem em reações moleculares envolvidas no avanço do mal de Alzheimer, diabete, doenças cardíacas, mal de Parkinson e câncer. No início deste ano, pesquisadores afirmaram que a restrição calórica pode ser mais eficaz que o exercício na prevenção de doenças relacionadas à idade.
Macacos como Rudy parecem comprovar a teoria. Os animais submetidos à dieta restritiva gozam de saúde inquestionavelmente melhor que a dos macacos sob dieta normal ao se aproximar da velhice. Estes mostram sinais de envelhecimento similares aos que surgem nos humanos. Três desenvolveram diabete e um quarto morreu da doença. Cinco morreram de câncer.
Mas Rudy e seus colegas de dieta estão se saindo melhor. Nenhum tem diabete e só três morreram de câncer. Ainda é cedo para saber se eles viverão mais que os outros, mas eles têm pressão mais baixa e níveis mais baixos de gorduras perigosas, de glicose e de insulina.
“Os indicadores preliminares apontam para um sólido prolongamento da vida nos animais sob dieta restrita”, afirmou Richard Weindruch, gerontologista da Universidade de Wisconsin que coordena a pesquisa com os macacos.
As descobertas põem em questão antigas crenças científicas e culturais sobre a inevitabilidade da decadência do corpo. Também sugerem que outras intervenções, como novas drogas, podem retardar o envelhecimento mesmo que a dieta se mostre ineficaz nos humanos. Uma das principais candidatas, uma forma recém-sintetizada de resveratrol - antioxidante presente no vinho tinto - já é testada em pacientes. Eventualmente, ela pode se tornar a primeira de uma nova classe de drogas antienvelhecimento.
Baseando-se em conclusões recentes de estudos com animais, Richard A. Miller, patologista da Universidade de Michigan, estimou que uma pílula imitando os efeitos da restrição calórica poderia prolongar o tempo de vida dos humanos para cerca de 112 anos saudáveis, com os mais velhos chegando aos 140. Alguns especialistas consideram a projeção excessivamente otimista.
Fonte: Estado de São Paulo, 01/11/06
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Palestra Tabagismo:
29/07 Das 19:30 as 21:00h
GRUPOS DE APOIO AO TABAGISMO
INÍCIO:
05/08 - Das 19:30 as 21:00h
07/08 - Das 15:00 as 16:30h
Consulte-nos :
Tel. 2865-4845 ou ligabue@grupopsicon.com.br
29/07 Das 19:30 as 21:00h
GRUPOS DE APOIO AO TABAGISMO
INÍCIO:
05/08 - Das 19:30 as 21:00h
07/08 - Das 15:00 as 16:30h
Consulte-nos :
Tel. 2865-4845 ou ligabue@grupopsicon.com.br
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Quando a gripe suína está entre nós-Publicado originalmente no PORTAL EXAME, 26.06.09
A influenza A (H1N1), popularmente conhecida como gripe suína, já afeta o dia a dia das empresas brasileiras. Companhias como a Vale, a Unilever, a Natura, a Serasa e a Boehringer já anunciaram que ao menos um de seus funcionários apresentou casos confirmados. Outras empresas - como a Comgás - têm suspeitas da doença e ainda aguardam os resultados dos testes.Tanto as companhias que ainda não têm casos confirmados como as que já possuem têm adotado medidas para evitar a contaminação de mais trabalhadores. Em geral, as principais ações englobam a suspensão ou restrição de viagens ao exterior, o monitoramento do estado de saúde de quem viaja a trabalho e o afastamento temporário dos que tiveram contato com pessoas infectadas.Após um caso confirmado, a Unilever Brasil afastou temporariamente outras 24 pessoas que tiveram contato próximo com o empregado infectado. A companhia informa que tomou todas as medidas preventivas recomendadas pela vigilância sanitária e que desde a divulgação dos primeiros casos da gripe suína tem orientado internamente seu time sobre os cuidados necessários para a prevenção da doença.Além de reforçar a importância da higienização e esclarecimento dos sintomas, a Unilever criou um material específico com procedimentos indicados para viagens internacionais, além de colocar à disposição desses funcionários o serviço de saúde da empresa para monitoramento dos viajantes.Na Vale, cerca de 90 funcionários que tiveram contato com um prestador de serviços infectado após uma viagem à Argentina também foram afastados de suas atividades. Até o dia 29 de junho, eles permanecerão em casa, sob observação. As outras medidas adotadas foram higienização das instalações e do duto de ar condicionado dos locais de trabalho onde prestador esteve, a maior orientação aos demais funcionários e o acompanhamento dos empregados com destino e retorno de países considerados áreas de risco pela OMS. Também foram vetadas viagens para o México e reduzidos os deslocamentos para os demais países das Américas e a Austrália. Como alternativa, são usados aparelhos de teleconferências para reuniões entre equipes.Paralelamente, a Vale desenvolveu um plano de contingenciamento pandêmico para os diversos cenários da gripe suína, contemplando até mesmo a possibilidade de que vários empregados sejam infectados. O "centro de controle corporativo", que coordena esse plano, utiliza diversas ferramentas de rastreabilidade dos empregados que viajam ao exterior. Para evitar a proliferação da doença, a Natura, que tem dois casos confirmados e três sob suspeita, orientou os funcionários que trabalham no setor daqueles que foram infectados a procurar orientação médica e a permanecer em casa até que se descarte a contaminação. Os demais também receberam informações sobre a doença e seus sintomas.A Serasa formou um comitê de prevenção, que conta com a participação de médicos. Além de monitorar a gripe suína e estudar a melhor forma de agir, o comitê tem como objetivo conferir maior agilidade na tomada de decisões, proporcionando tranquilidade aos funcionários. Com a confirmação de cinco casos da doença na empresa, as viagens ao exterior foram suspensas. Antes disso, todos os funcionários que saíam do país a trabalho passavam por uma consulta antes e após a viagem. Hoje, 93 funcionários que tiveram contato com os infectados estão afastados para observação. Mas os trabalhos não foram prejudicados pelas medidas. Recursos como videoconferência e e-mail evitam que os projetos sejam paralisados.A Boehringer Ingelheim do Brasil – que, por ironia, atua no setor de saúde – afastou por sete dias 25 trabalhadores sem sintomas que tiveram contato mais prolongado com um funcionário vítima do primeiro caso de gripe H1N1 alocado na fábrica de Itapecerica da Serra (SP). Sua contaminação ocorreu durante uma viagem à Argentina. As medidas preventivas abrangem não apenas os funcionários da fábrica como também outros prestadores de serviços e fornecedores que estiveram nos mesmos locais que o funcionário infectado. A empresa diz que a produção e distribuição de medicamentos e o abastecimento do mercado seguem normalmente.Enquanto aguarda os resultados de dois casos suspeitos, a Comgás já põe em prática seu plano pandêmico.Em geral, os planos pandêmicos das empresas preveem: o monitoramento da evolução das epidemais no mundo, a pré-definição das pessoas que precisam permanecer na empresa e as que podem trabalhar de casa se houver contaminação, a orientação médica dos funcionários e a restrição das viagens a áreas de risco.Mesmo empresas que ainda não registraram nem casos suspeitos da doença também adotam precauções. O Itaú Unibanco, por exemplo, formou um comitê multidisciplinar para acompanhar a evolução da doença em todos os países nas quais possui negócios e que também é responsável por orientar seus funcionários sobre a doença. São enviados aos empregados boletins periódicos sobre as formas de contágio, os principais sintomas e as ações de prevenção, seguindo as recomendações do Ministério da Saúde. As mesmas informações também estão disponíveis na intranet.Um problema nacionalNo Brasil, a farmacêutica Roche, fabricante do Tamiflu, medicamento antiviral contra gripes como a suína, direcionou toda a produção do remédio para o governo, conforme determinação da Organização Mundial da Saúde. Segundo a empresa, a produção mundial do Tamiflu em 2009 será de 400 milhões de tratamentos.No Brasil, o Ministério da Saúde adquiriu 12.500 tratamentos do Tamiflu para uso imediato e outros 9 milhões estão em estoque. Segundo o órgão, todo paciente atendido pela rede de saúde com sintomas da doença é orientado a procurar um dos 53 centros de referência do ministério, espalhados pelo país. Nesses locais, é feita a coleta de material para os exames e o início do tratamento com administração do medicamento mesmo antes da confirmação da doença.Segundo o último comunicado do Ministério da Saúde, existiam 399 casos de gripe suína confirmados no Brasil e outros 310 sob suspeita. Até 24 de junho, 101 países tinham casos confirmados e divulgados da doença, de acordo com informações dos governos ou da OMS. No mundo, são 56.584 casos confirmados e 259 óbitos - nenhum no Brasil.O que dizem os especialistasSegundo a diretora de divulgação da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANAMT), Márcia Bandini, a experiência com a gripe aviária em 2005 (vírus H5N1) serviu de lição para que a OMS criasse diretrizes sobre as medidas a serem tomadas por governos e empresas a fim de conter eventuais pandemias. Em geral, elas são responsáveis pelo comprometimento de 20% da força de trabalho dos países afetados. “Desde então, a maior parte das grandes empresas do Brasil passou a adotar planos de contingência pandêmicos. Mas isso não significa que as pequenas e médias não possam se preparar também”, diz Márcia.Segundo a médica infectologista do Hospital das Clínicas, Maria Cláudia Stockler, além das medidas já adotadas pelas empresas, existem algumas ações adicionais que podem ser tomadas, como manter álcool gel para a limpeza das mãos em lugares acessíveis e manter janelas abertas para facilitar a circulação de ar.Uma vez constatado o caso, os funcionários que tiveram contato com o doente devem ficar em observação por dez dias. Isso porque, em adultos, o período de incubação costuma ser de sete dias. Caso apresente um dos sintomas, a pessoa deve procurar imediatamente um dos centros de referência do Ministério da Saúde. Os sintomas principais são febre acima de 37,5 ºC e tosse.Maria Cláudia alerta que o uso da máscara tem efeito limitado. A principal forma de contaminação é por gotículas que são expelidas ao falar, tossir e espirrar. Por isso, é recomendável lavar as mãos várias vezes ao dia com água e sabão ou álcool gel. Após usar o banheiro e antes de comer, é recomendável evitar tocar os olhos, o nariz ou a boca. Além disso, os especialistas afirmam que o melhor é usar lenço de papel descartável e nunca se automedicar. Em relação aos funcionários afastados pelas empresas que tiveram contato com doentes, Márcia ressalta que essas pessoas estão em isolamento domiciliar, mas não são consideradas inaptas para trabalhar. Ou seja, dependendo da atividade, o trabalho pode ser exercido em casa.
Por Gisele Cabrini e Francine De Lorenzo 26.06.2009 11h59
Por Gisele Cabrini e Francine De Lorenzo 26.06.2009 11h59
Assinar:
Postagens (Atom)